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Juiz mantém cassação de prefeito e determina novas eleições em Piaçabuçu

8 de abril de 2025
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Prefeito e vice de Piaçabuçu têm mandatos cassados por abuso de poder

Rymes Lessa (camisa azul) e Carlos Ronalsa (camisa branca). Reprodução

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O juiz eleitoral Lucas Lopes Dória Ferreira decidiu manter a cassação do mandato do prefeito de Piaçabuçu, Rymes Lessa (MDB), e do seu vice, Carlos Ronalsa, após analisar um recurso de embargados de declaração interposto pela defesa dos representados.

No entanto, o magistrado retificou a sentença inicial, determinando que sejam realizadas novas eleições para os cargos de prefeito e vice-prefeito, conforme o estabelecido pelo Código Eleitoral, após logicamente o trânsito em julgado.

A sentença original havia determinado a diplomação dos segundos colocados nas eleições, argumentando que a chapa eleita não obteve a maioria absoluta dos votos válidos. Contudo, o juiz considerou essa decisão, pois ela contrariava o artigo 224, §3º, do Código Eleitoral, que exige a realização de novas eleições após a cassação, independentemente do número de votos anulados.

A decisão também corrigiu um erro material na sentença, esclarecendo que a prova utilizada no caso foi uma “verificação técnica ou digital” por meio da plataforma Verifact, e não uma “prova pericial” tradicional, como estava inicialmente indicado.

Além disso, o juiz retirou a declaração de inelegibilidade imediata dos representados, esclarecendo que a inelegibilidade poderá ser reconhecida no futuro, com base nos efeitos da cassação.

Em sua análise, o juiz destacou que a prova colhida no processo — que incluiu documentos oficiais, registros audiovisuais, capturas de tela de postagens em redes sociais e relatórios autenticados — foi suficiente para embasar o julgamento, sem a necessidade de provas testemunhais adicionais.

“As condutas atribuídas aos representados estavam amplamente documentadas, incluindo a participação direta e voluntária dos envolvidos na produção e divulgação de material irregular”, esclareceu o magistrado.

A decisão também fez referência à conduta do ex-prefeito de Piaçabuçu, que utilizou programas assistenciais com recursos públicos como instrumentos para promover a chapa.

“A atuação conjunta e coordenada dos representados, que participaram de eventos oficiais vinculando suas imagens à administração pública, resultou em um claro benefício político-eleitoral compartilhado, justificando a aplicação das sanções”, explicou Lucas Lopes.

Com a confirmação da decisão em instâncias superiores, Piaçabuçu deverá ter novas eleições para eleger, novamente, prefeito e vice-prefeito. A sentença também deixou claro que as provas documentais e audiovisuais foram suficientes para o julgamento, eliminando a necessidade de novas diligências.

/Redação, com Aqui Acontece

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